O
racionalismo pode ser definido como uma corrente filosófica que teve
início com a definição do raciocínio que é a operação mental, discursiva
e lógica. Este usa uma ou mais proposições para extrair conclusões se
uma ou outra proposição é verdadeira, falsa ou provável. Essa era a
ideia central comum ao conjunto de doutrinas conhecidas como
racionalismo.
Ele é a
corrente central no pensamento liberal que tem por objetivo estabelecer
e propor caminhos para alcançar determinados fins. Esses fins são
postulados em nome do interesse coletivo, que é a base do liberalismo e
que se torna também a base do racionalismo.
O
Empirismo é uma doutrina que reconhece a experiência como a única fonte
válida de conhecimento, em oposição à crença racionalista, que se
fundamenta em grande parte na razão.
O
empirismo revelou-se na filosofia grega sob a forma sensualista,
elegendo como seus representantes Heráclito, Protágoras e Epicuro. Na
Idade Média seu mais significativo adepto foi Guilherme de Occam, que
manifestou-se então por meio do nominalismo, cuja tese central é a
não-existência de conceitos abstratos e universais, mas apenas de termos
ou nomes cujo sentido seria o de designar indivíduos revelados pela
experiência.
Com
o empirismo surgiu uma nova e transcedental etapa na história da
filosofia, tornando possível o aparecimento da moderna metodologia
científica. Ele apresenta várias ramificações, mas mesmo assim é
possível caracterizá-lo a partir de seis afirmações básicas que são:
- Não há ideias inatas e nem conceitos abstratos;
- O conhecimento se reduz a impressões sensíveis e a idéias definidas como cópias enfraquecidas das impressões sensoriais;
- As qualidades sensíveis são subjetivas;
- As relações entre as ideias reduzem-se as associações;
- Os primeiros princípios, e em particular o da causalidade, reduzem-se associações de ideias convertidas e generalizadas sob forma de associações habituais;
- O conhecimento é limitado aos fenômenos e toda a metafísica, conceituada em seus termos convencionais, é impossível.”
No Criticismo
kantiano surge no século XVIII, na confluência do racionalismo, do
empirismo e da ciência física-matemática. Seu percurso histórico está
marcado pelo governo de Frederico II, a independência americana e a
Revolução Francesa.
O
ponto de partida do Kantismo é o problema do conhecimento, e a ciência,
tal como existe. A ciência se arranja de juízos que podem ser analíticos e
sintéticos. Os juízos analíticos são fundados no princípio de
identidade, o predicado aponta um atributo contido no sujeito. Tais
juízos independem da experiência, são universais e necessários. Os
sintéticos, a posteriori, resultam da experiência e sobrepõem ao sujeito
no predicado, um atributo que nele não se acha previamente
contido sendo, por isso, privados e incertos.
Fonte de pesquisa:JARDIM, Alex Fabiano Correa & BORGES, Ângela Christina & FREITAS, Gildete dos Santos et al. Filosofia da Educação.
Temos o racionalismo como corrente filosófica, que iniciou com a definição do raciocínio, que é a operação mental, discursiva e lógica, e o usa como uma ou mais proposições para extrair conclusões de verdade, falsa ou provável. O racionalismo nos dá a ideia de que o conhecimento sensível é enganador e a razão é a única fonte de conhecimento válido, pelo menos para Platão (que na antiguidade, deu inicio ao pensamento racionalista) e para Descartes (considerado o pai da modernidade), que acreditam que há ideias inatas. Já o empirismo afirma que os conhecimentos provem exclusivamente da experiência e assim vai desvalorizar a razão. O empirismo diz que o homem quando nasce está vazio de conhecimento, que não conhece nada. O empirismo nega as ideias inatas. O princípio do empirismo são as impressões. Seguidamente juntamos todas as impressões e formamos uma impressão complexa.
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